ED66 - Agosto

" E a arte é assim, uma mistura de cores, sons e amores. Retratada como denominador comum de todas as histórias, inspirados na arte de um novo amanhecer" - Pamela Sobrinho

agosto

BUQUÊ SUBULATA
Tiago Henrique - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. - thvirtual.com
BANALIDADES BANAIS BUCÓLICAS - (Página 74)

O tempo?
Nos mostra
A ânsia
Precipitada
De algo
Pertencente
A um pensamento
Inconsequente
Imaturo
Ou não
Porém,
Na busca
Desesperada
Pela vontade
Que permeia
No cérebro
De um cidadão
Em busca
Do sucesso.

COLUNA DA PAMELA
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Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco. Gabriel Garcia Marques (Memórias de Minhas Putas Tristes - Pg. 74)

A nossa própria natureza transgredi nossas opressões, sou como um pelicano no deserto, buscando ardentemente por uma miragem de água, ou será a ilusão de que eu posso concertar as coisas que vem e não as que vão.

Em minhas indomáveis indecisões quando não sei onde vou, sei apenas que me moldo para que não vejas minhas incertezas, diante de um sol brilhante de luz ofuscante escondo dentro do meu ser todas as indecisões que alguém tão decidido não pode ter e eis a questão ser ou não ser, amar ou não amar, ser eu ou apenas aquilo que os outros projetam de mim mesmo, eis enfim meu maior castigo, não ter a certeza de quem eu sou, apenas sei que em minhas memórias douradoras de um espaço de tempo pouco ofuscante um dia tive a certeza de nada mais será como já foi num inicio claramente memorável.

Sim, incontestável incerteza de um ser incapaz de definir onde ou quando deve agir, apenas seguindo o vento, num movimento inerte deixando assim a vida passar.

COLUNA DO VITOR
VOCÊ É SINCERO?
Vitor Melo -- www.vitormeloescritor.blogspot.com

Pesquisadores na área das letras afirmam que a palavra "sinceridade" surgiu entre os oleiros. Durante a fabricação dos vasos era comum que alguns deles rachassem. Os fabricantes então preenchiam as rachaduras com cera e passavam uma fina camada de argila sobre as imperfeições tornando-os idênticos aos sem defeito. O vaso verdadeiro seria aquele sem cera.

Agora fica possível entender porque o texto sagrado afirma que Deus ama a sinceridade (1 Crônicas 29. 17). Ele é suficientemente poderoso para restaurar as "rachaduras" que há no interior humano, ou seja, os traumas, inseguranças, maus hábitos, vícios, a depressão, porém para que isso ocorra é necessário que haja a transparência por parte da pessoa. Aqueles que tentam colocar a cera da hipocrisia e, movidos pelo orgulho, não se quebrantam permanecem prostrados; morrem de sede pelo simples fato de não terem sido humildes para buscar a Água da vida.

Pense, raciocine e faça a sua escolha: quantas foram as vezes que você se abriu com outras pessoas e elas não puderam lhe auxiliar de forma definitiva. Da mesma maneira que houve sinceridade para com o amigo, faça o mesmo com Deus. Ele irá te ouvir e ainda haverá um diferencial: mediante a sua sinceridade Ele mesmo irá lhe mostrar o caminho da solução, afinal quando a fé deixa de ser teoria, obrigatoriamente a promessa de Deus também passam a existir.

POESIAS
Tarso Corrêa - http://tarsocorrea.blogspot.com.br/
ESPELHOS FOSCOS

A tua verdade,
Espelho opaco a não refletir,
A tua realidade, visualizada, tateada, sentida, sofrida,
Vaga veracidade;
Posse de todos,
Cegos, mas não mudos,
Que tolos pregam a única verdade,
Realidade míope de pobres surdos,
Que gritam mas não ouvem;
Rastejam no espaço limitado dos seus limites,
Tateando a pequenez da tua certeza engaiolada,
Humilhados pela dúvida dos que não creem,
No dogma da sua veridicidade violada.
Querem impor sua vontade,
Como única e irrevogável,
Simples coletânea de retalhos
De pobres espantalhos.

RELEASE

Projeto “Som Betim” - http://betimshopping.com.br/
Contato: Laís Chaves Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Toda semana, de quinta a domingo, a partir das 19h, tem apresentação de música ao vivo na Paça de Alimentação do Betim Shopping. O projeto “Som Betim” traz artistas da região e busca agradar a todos com diferentes estilos musicais, como MPB, pop rock e sertanejo.

O projeto tem como diferencial a exposição do trabalho de músicos de Betim. Segundo Mauro Satter, produtor musical do Betim Shopping, “o objetivo é a valorização da música regional e, principalmente, os trabalhos autorais. Assim, os artistas têm a oportunidade de mostrar outro lado das suas apresentações, o que não é comum. Em shows desse tipo, os músicos costumam fazer apenas covers.”

As apresentações do “Som Betim” ocorrem todas as quintas, sextas, sábados e domingos a partir das 19h e são gratuitas.

Confira a programação dos próximos shows:

Dias:
01 MARCOS PONCIANO
02 ILDEU JÚNIOR
03 VODKA BEAT
07 VODKA BEAT
08 JEFFERSON COUTO
09 DEYVISSON OLIVEIRA
10MARCOS PONCIANO
14 CESAR COELHO
15 DEYVISSON OLIVEIRA
16 ILDEU JÚNIOR
17 VODKA BEAT
21 VODKA BEAT
22 HENRIQUE CABRAL
23 DEYVISSON OLIVEIRA
24 TANIA E JUNIOR
28 CESAR COELHO
29 JEFFERSON COUTO
30 HENRIQUE CABRAL
31 DEYVISSON OLIVEIRA

GÊNESIS
Pamela Sobrinho

A partir de 4 de Junho a 24 de agosto, 245 fotografias de Sebastião Salgado, retratando um mundo preservado e intocado, estarão no Palácio das Artes, em GENESIS – a primeira mostra inédita de vulto que Sebastião Salgado apresentada em mais de dez anos. As fotografias, divididas em cinco seções geográficas, revelam maravilhas que permanecem imunes à aceleração da vida moderna – montanhas, desertos, florestas, tribos, aldeias, animais -, imagens que o fotógrafo brasileiro radicado em Paris registrou entre 2004 e 2011.

Mais informações:
Fundação Clóvis Salgado - http://fcs.mg.gov.br/programacao/genesis/

Genesis

COLUNA VEGETARIANA
Assista: http://www.terraqueos.org/


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EDIÇÃO PUBLICADA POR
PAMELA SOBRINHO ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )